14 julho 2013

Babysitter - Capitulo 17

Dedicado a rosa()


Porque todas as estrelas desapareceram,apenas tente não se preocupar,você as verá um dia,pegue o que você precisa e siga seu caminho e pare de chorar tanto -
Stop Crying Your Heart Out - Oasis


- Onde nós estamos? – olhei para a casa na nossa frente enquanto descia do carro.
- Minha casa – arregalei os olhos para ele.
- Nunca tinha vindo para tua casa.
- Por que nunca quis Jaine tá ai.
- Tá?
- Tá, Logan e ela brigaram – ele disse enquanto ia para a porta a abrir.
- E essa vadia não me ligou por quê?
- Você já ta com seus problemas, ela não precisa te encher com os dela também – ele olhou para mim e entrou na casa, Ryan mora sozinha com o irmão dele que eu não sei quem é por que eu nunca vim aqui.
O segui entrando na casa e isso realmente me surpreendeu, não era uma casa bagunçada era uma arrumada e chique.
- Sua casa é linda.
- Só não bagunça nada, ou meu Irmão da um piti – ele fez uma mãozinha e eu ri.
- Como você é idiota.
- Realista ok? – ele subiu as escadas correndo e eu o segui, entramos no quarto onde a Jaine estava deitada na cama abraçada no travesseiro.
- Oi – sorri para ela que me chamou para deitar ao lado dela – como você tá? – perguntei me deitando ao lado do travesseiro que ela abraçava.
- Ele disse que não tem mais certeza que me ama – ela disse baixo com uma voz completamente rouca por causa do choro.
- Ele é um idiota – ela riu fraco – mas ele ainda te ama, só tá confuso – sorri – vocês brigaram, amanhã ele te liga pedindo desculpas e vocês voltam.
- Não sei se quero voltar com ele.
- Claro que quer, Logan é seu amor épico – ela riu – todo casal briga, Jay.
- Você mal chega e já me deixa feliz, eu gosto de ficar triste sua chata – ri e empurrei-a – e você e o Justin?
- Não existe.
- Abby é só você...
A interrompi – hoje ele disse que gosta de mim – sorri torto.
- Isso é ótimo!
- Mas ele também disse que não podemos ficar juntos – bufei – a Megan ameaçou contar para os pais dele.
- E?Ele não é mais uma criança para ter medo do que os pais vão achar da namorada dele.
- Não é tão simples, eu sou a babá de 17 anos da filha dele.
- E?
- E os pais dele são donos da maioria da empresa dele, se eles quiserem já era a empresa do Justin.
- E sele eles descobrirem isso...
- Justin desempregado,
- E com uma filha para criar.
- Isso – ela bufou.
- Sua vida é muito difícil, Abby.
- Eu sei.
- O que vocês querem assistir?  - olhei para o Ryan que estava com dois DVD´s na mão.
- Psicose – apontei para o DVD que estava na prateleira.
- Por quê?Esse filme dá medo.
- É serio, vamos assistir.
- Tudo bem – ele bufou e foi pegar o filme, botou e se deitou no meio de nós duas.
- Folgado – murmurei empurrando ele.
- Shiiu já vai começar.
***
O filme já estava naquela famosa cena da musiquinha assustadora, eu já estava agarrada no braço do Ryan com a cabeça enterrada no mesmo, Jaine provavelmente estaria fazendo a mesma coisa, o Norman abre a cortina e na mesma a hora a porta do quarto é aberta e nós três gritamos ao mesmo tempo.
- O que foi?Eu sei que sou feio, mas não é para tanto – disse o Kyle rindo, ok,agora me explica o que ele tá fazendo aqui.
- Você me deu um susto, seu corno – Ryan jogou uma coisa não identificada na direção dele que apenas desviou.
- Kyle? – ele olhou para mim sorrindo.
- Abby?O que tá fazendo aqui? – me levantei e ele me apertou em um abraço.
- Sou amiga do Ryan e você o que tá fazendo aqui?
- Irmao do traste – arregalei os olhos e soltei um riso me virando para o Ryan.
- Como é?
- Você que nunca quis vir aqui – ele deu de ombros – e de onde o conhece?
- A mamãe é amiga da mãe dela Ryan.
- Desde quando? – ele perguntou para mim.
- Não sei.
- Ah ela te empurrou para a Abby, certo?
- Como adivinhou gênio? – ele deu dedo para o Ryan.
- Vou jogar esse tênis em você.
- Então quer ir à sorveteria daqui do lado comigo?
- Bem, eu estava assistindo...
- Ela vai – olhei para a Jaine com um olhar matador.
- Eu não tenho dinheiro, Kyle.
- Não te problema, ele paga – ela sorriu se levantando da cama - agora vão crianças e se divirtam – ela disse enquanto empurrava nós dois para fora do quarto.
- Ela tá querendo alguma coisa com o Ryan é? – ele perguntou encarando a porta assim como eu.
- Não, ela só me odeia mesmo – sorri – vamos?
- Vamos.
- Mas espera já tá tarde não deve tá aberta.
- Podemos abrir se quiser.
- Tá falando em invadir a sorveteria? – olhei para ele assustada.
- Não – ele disse rindo – a sorveteria é minha – o olhei confusa.
- Como você tem uma sorveteria sendo que tem minha idade?
- Não tenho sua idade, tenho 18 – ele riu – legalmente já posso ter uma coisa e como eu já terminei a escola e eu não tô pensando em ir para a faculdade tão cedo, meus pais me deram uma sorveteria de presente de 18 anos.
- Quer trocar de pais? – ele riu e me empurrou de leve para que eu descesse a escada.
- Não,eu gosto dos meus – ri e o segui para a fora da casa,ele tirou uma chave do bolso abriu a porta de vidro da pequena,mas chique sorveteria.
- Aqui é lindo.
- Obrigado, Ryan e eu escolhemos o design.
- Parabéns – ele sorriu e puxou a cadeira do balcão para que eu sentasse e passou para o outro lado do balcão.
- Vai querer qual sorvete?
- Sonho de valsa – sorri e logo ele botou uma casquinha na minha frente – obrigado e você o que vai querer?
- O mesmo que o seu – ele logo se sentou ao meu lado em outra cadeira e apoiou o seu sorvete no balcão.
- Muito gostoso – apontei para o sorvete e ele assentiu.
- Melhor sorveteria dos três estados.
- Serio?
- Não – ri – mas meu sorvete é bom – ri e continuei tomando meu sorvete – então – levantei minha cabeça e olhei para ele – é amiga do Ryan desde quando.
- Uns 10 anos.
- Muito tempo para nunca ter ido a casa dele.
- Eu já fui à casa dos pais dele quando eu era criança, mas depois que ele se mudou eu nunca vim não.
- Oh...
- Só não entendi uma coisa – ele me olhou, molhei os lábios – o sobrenome do Ryan é Butler e o seu é Walk.
Ele riu – o sobrenome de solteira da minha mãe é Butler, mas depois que ela e meu pai se casaram ela preferiu ficar com o Walk,assim como o resto da família,mas o Ryan acha melhor Butler então ele se chama assim.
- Oh, o meu é Maddox – sorri e ele riu.
- É legal.
- Na verdade é bem feio – ele riu – não gosto do meu sobrenome.
- Acha o de quem bonito? – e um certo Bieber rondou a minha cabeça.
- Qualquer um que não seja o meu – ri.
- Ele não é tão ruim.
- Um pouco – ri.
- E o que te levou a ir à casa do Ryan depois de tanto tempo?
- Ah – dei de ombros botando uma colher grande de sorvete na boca.
- Tá bom, não precisa falar.
- É só que... Aconteceram umas coisas e eu não quero ir para a casa.
- Sua mãe?
- Não foi nada com a minha família, foi só uma coisa que eu não quero falar – dei de ombros comendo mais um pouco do sorvete.
- Tudo bem – o começo de Slow Down invadiu meus ouvidos e eu tirei o celular do bolso vendo no visor mãe.
- Oi, mãe – disse me afastando um pouco do Kyle.
- Onde você tá, Abby? – escutei a voz do meu pai.
- Pai tá tudo bem?
- Sua mãe já tá bêbada aqui, tomou muito “chá”
- Por que deixou?
- Ela não me deixava pegar na caneca.
Respirei fundo – eu já tô indo.
- Tá na casa dos Biebers ainda?
- Não, tô na casa do Ryan.
- Pede para ele vir te deixar, já tá tarde para você vir andando.
- Tudo bem, tenta botar ela para dormir ok?Eu já chego ai.
- Bryan acordou e tá chorando.
- Chorando, por quê?
- Sua mãe gritou com ele.
- Leva ela para o quarto, eu já estou indo e cuido do Bryan.
- Tudo bem, tchau.
- Tchau – guardei o celular no bolso e me virei para o Kyle.
- Eu tenho que ir.
- Não ia ficar aqui?
- Meu pai tá precisando de mim.
- Amanhã nos vemos? – ele perguntou enquanto me apertava em um abraço.
- Claro.
- Te pego para irmos ao cinema as três.
- Tudo bem – sorri e me afastei dele – pode me deixar em casa?
- Claro.
Paramos em frente a minha casa e eu depositei um beijo rápido na bochecha do Kyle e desci do carro escutando ele gritar até amanha para mim, entrei em casa vendo algumas coisas quebradas na sala.
- Pai? – chamei e logo ele desceu as escadas com o Bryan chorando em seu colo.
- Abby, você demorou – ele desviou dos cacos no chão e me entregou o Bryan – ela não queria ir para o quarto – ele disse olhando para os cacos.
- Tudo bem – respirei fundo – suba, cuide dela que eu arrumo isso – ele assentiu e subiu as escadas, olhei para o Bryan em meu colo com lagrimas nos olhos.
- Vai ficar tudo bem, bebê – beijei seu rosto – a mamãe não quis gritar com você, ela só tá um pouco irritada viu? – ele assentiu – o que acha de dormir um pouco? – ele balançou a cabeça negando – ok, então senta ali no banquinho e fica lá ok?Não pisa no chão – ele assentiu e eu o sentei no banco.

Tudo bem, agora é só limpar isso.


...Continua...

Chato

Isso resume esse capitulo: chato,é serio ta um lixo,mas é que dona Thainá tava aqui e como eu faço um capitulo com aquele ser irritante aqui?não faz,mas eu vou tentar fazer algo que sirva para ler no próximo ok?Vou tentar fazer por agora mesmo uma coisa que preste e quem sabe eu não posto amanha,comentem que se eu tiver com o capitulo pronto eu posto ok?Eu até falaria sobre o Cory ou botaria a foto lá de cima ele,mas não ok?Eu fiquei triste pra caramba com isso,ontem eu quase não durmo depois que eu vi isso,não é porque eu virei fã de uma hora para outra dele,eu gostava dele já e eu também penso no idiota que todas nós estamos aqui,cara eu sei que maconha não dá overdose,mas quem me garante que ele ta só tomando maconha?Eu tenho vontade de sacudir ele e dizer Justin acorda você não é mais uma criança!Tem que começar a encarar a vida como um homem,tem que pensar em todo mundo que tá aqui por você,não só em você,eu me irrito em pensar nessas coisas.

Enfim,tchau.

13 julho 2013

Forced Marriage



Enfim,postei outro capitulo de Forced Marriage,porque ganhei um monte de favorito la e fiquei feliz u.u amanha posto Babysitter e a mina que respondeu todos os comentarios: nada legal,isso é injusto comigo que vou cheia de esperança achando que tem varios comentarios,eu comentei para com isso pfvr :) a thaina que comentou o maior,por que é louca,mas enfim gente nao faz isso not cool,eu sei que vcs querem que eu poste,mas calmem eu vou postar dia sim dia nao,nao precisa disso.

Enfim.

O foco aqui é o capitulo 11 de Forced Marriage (capitulo 11) entao é isso falo!By: proudbelieb

Babysitter - Capitulo 16


Você diz que me ama,mas depois você vai e me deixa,por que você faz isso comigo?
Lovesick - Never Shout Never


- Entra logo, Abby – disse a Jaine me empurrando em direção a porta da casa dos Biebers.
- Eu não quero.
- Tem que mostrar para ele que é mais forte, vamos Abby entra! – disse um Ryan ajudando a Jaine a me empurrar, apertei a campainha e os dois saíram de lá, grandes amigos.
- Abby, querida – Megan disse forçando um sorriso enquanto abria a porta.
- Megan – sorri falsa para ela.
- Sra. Bieber, por favor – ela sorriu sínica.
- Claro – entrei passando por ela e logo senti algo abraçar minhas pernas – Jas,minha linda.
- Abby – puxei-a para o meu colo a fazendo rir.
- Como você tá, minha linda?
- Tô bem, papai comprou chocolate para nós – ela sorriu e eu beijei sua bochecha.
- Vai à festa do Bryan? – aconteceram certos problemas e a festa do Bryan não aconteceu, minha mãe deu piti e tivemos que cancelar, acabou que ficou para o sábado por que ela vai viajar.
- Se o papai deixar eu vou sim, vamos perguntar para ele? – ela disse depois que eu coloquei no chão.
- Eu acho melh... – ela segurou minha mão e correu pelas escadas me puxando, essa garota tem força.
- Papai! – ela gritou entrando no quarto dele onde ele estava em pé terminando de abotoar a calça preta e só então a Jas soltou minha mão e correu até ele o fazendo pega-la no colo.
- O que foi meu anjo? – ele olhou para ela sorrindo.
- Posso ir para a festa do Bryan? – ela perguntou fazendo um biquinho para ele que riu e a abraçou e ai me notou no quarto e me lançou um sorriso torto.
- Que dia é? – ele olhou para ela a fazendo dar de ombros e os dois olharem para mim.
- É amanhã.
- Amanhã Jas?Tínhamos que ir ver seus avôs.
- Por favor, eu vou outro dia – ri da cara de pena dele.
- Tudo bem, mas quando formos vamos dormir lá.
- Tá – ela deu um beijo demorado na bochecha dele e ele a botou no chão – eu vou – ela sorriu vindo para perto de mim.
- Vamos escolher um vestido para amanhã? – ela sorriu e correu para o quarto dela me deixando lá, levantei minha cabeça lentamente e deu um sorriso torto para ele.
- Oi – murmurou.
- Oi – disse olhando para minhas mãos.
- Eu...
- Já tá pronto, amor? – olhei para trás vendo a Megan me olhando com um sorriso falso.
- Acho melhor ir ajudar a Jas.
- Eu também – ela me olhou de cima a baixo e eu simplesmente bufei indo em direção ao quarto da Jas, matem-na ou eu juro que vou.
- Não ia escolher o vestido? – perguntei para a Jas que estava sentada no chão com os braços cruzados.
- Eu não alcanço – ri e fui até o guarda-roupa.
- Eu pego para você, mas tem que tirar esse bico e sorrir – ela sorriu se levantando e eu fui até o guarda-roupa.
***
- Boa noite, meu anjo – depositei um beijo na bochecha fofa da Jas que tinha dormido depois de eu ler bela e a fera para ela.
Fechei lentamente a porta do quarto deixando apenas uma brecha aberta e desci as escadas, 20h13min ainda vão demorar muito, aquele literalmente corno. Minha barriga estava roncando de fome, mas eu não vou comer aqui, vai que aquela mocreia envenenou tudo antes que sair?Joguei-me no sofá e tirei uma barra de cereal amassada do meu bolso e comi um pedaço, que negocio horrível!Como as pessoas comem isso?Levantei-me e joguei no lixo, nunca mais como isso.
Que fome!Será que esses dois não voltam nunca?20h30min... Ryan!
- Ryan! – gritei assim que ele atendeu ao telefone!
- O que foi menina?
- Eu ainda tô na casa do Justin e eu tô com muita fome...
Ele me interrompeu – quer que eu vá deixar comida para você?
- Isso!Você pode?
- Vou pegar o carro.
- Por isso que eu te amo – ele riu.
- Já tô indo, não precisa bajular.
- Não demora ou você vai achar só meu cadáver aqui – ele riu.
- Tchau, Abby – ele desligou.
Comida!Aleluia!Dez minutos depois alguém tocou a campainha e eu corri até a porta – Ryan amor da minha vida – peguei a comida das mãos dele e entrei em casa.
- Só estava atrás da comida – ele disse rindo e se sentando ao meu lado depois de fechar a porta.
- O que você trouxe?
- Hambúrguer e refrigerante.
- Eu te amo – dei uma mordida naquele hambúrguer e ele riu.
- Também tem batata frita também – arregalei os olhos para ele.
- Quando podemos casar? – ele soltou um riso alto – cala a boca, Jas tá dormindo.
- Desesperada por comida – ignorei-o tomando um gole longo do meu sanduíche.
- Eu tô com fome, cala a boca! – um barulho desconhecido por mim ecoou pela sala.
- Fala... Com a Abby... Lógico que não... Tô indo – ele desligou o celular e me olhou.
- Vai logo idiota – ele riu e me apertou em um abraço.
- O bom é que vai ficar com dois hambúrgueres.
- E obesa – disse e ele abriu a porta ainda me olhando rindo, meu sorriso se desmanchou assim que eu vi o Justin e a Megan parado na porta.
- Senhor Bieber – ele acenou com a cabeça se desviando dos dois e saindo.
- Boa noite – disse o Justin entrando em casa.
- Oi – murmurei depois de engolir o pedaço que eu tinha mordido.
- Você não pode trazer visitas para cá, Abby – disse a Megan me olhando com a mão na cintura.
- Ele só veio trazer comida para mim.
- Mesmo assim...
- Megan, por favor – disse o Justin e ela o olhou bufando e subiu as escadas – você poderia ter comido algo da geladeira.
- Não, obrigado – guardei meu hambúrguer dentro do saquinho e botei na sacola maior junto com o resto – como vocês já chegaram, eu vou embora, tchau.
- Abby – ele botou a mão na minha frente me impedindo de ir – eu sinto muito, a Meg...
O interrompi – Você não me deve satisfações – molhei meus lábios abaixando a cabeça – ela é sua mulher e nenhum instante deixou de ser.
- Abby...
- Eu preciso ir, já tá tarde – tentei me desviar dele,mas ele puxou meu braço.
- Eu te levo.
- Eu não quero.
- Já tá tarde,entra logo no carro Abby – bufei e saí da casa indo para o carro que logo apitou me sentei no banco do passageiro de braços cruzados e logo ele se sentou do meu lado dando a partida no carro.
- Para onde você tá indo?Minha casa é para lá – apontei para a direção contraria que ele estava me levando.
- Precisamos conversar.
- Nós não temos nada para conversar, para o carro que eu vou andando mesmo – ele me ignorou e continuou dirigindo – eu vou pular desse carro em movimento se você não parar esse carro – ele continuou me ignorando,tirei o sinto e botei minha mão na trava da porta.
- Abby! – ele me olhou e tentou me puxar.
- Para ou eu juro que pulo – ele bufou e freou o carro, abri a porta e desci do carro arrumando a sacola em minhas mãos e seguindo de volta para casa.
- Abby! – escutei ele me chamar, mas apenas ignorei e continuei a andar rapidamente, o senti puxar meu braço e fechei meus olhos contando até três para não levar minha mãe até o seu rosto em um tapa forte.
- Me solta, Justin – disse entre dentes ainda sem olhar para ele.
- Olha para mim – levantei a cabeça lentamente encarando aqueles olhos cor - de - mel.
- Tudo bem, já olhei agora posso ir?
- Abby, eu...
O interrompi – eu não quero ouvir outra desculpa idiota, só me deixa ir embora, por favor! – soltei meu braço dele e continuei a andar.
- A Megan me chantageou – parei de andar assim que o ouvi gritar, me virei para ele lentamente.
- Como é? – ele respirou fundo e abaixou a cabeça.
- Ela disse que ou eu voltava com ela ou ela contava para meus pais sobre você – o encarei confusa – Abby, toda a minha empresa tem grande parte do meu pai e infelizmente eu já fiz muitas merdas, se ele por algum acaso souber que eu estava namorando a babá de 17 anos da minha filha ele tira e a empresa de mim.
- Puta merda! – murmurei mais para mim mesma do que para ele.
- Eu não posso perder aquela empresa, Abby – ele passou as mãos nos cabelos -  ela é a única cosia que eu tenho para poder sustentar a Jas.
- Não, e-eu – soltei o ar que nem percebi que tinha prendido – tudo bem, eu não sou mais importante que sua empresa, certo?Eu só... – senti seus lábios colarem nos meus e suas mãos em meu rosto colarem mais ainda nossos lábios.
- Eu gosto de você – ele me encarou com aqueles olhos cor - de – mel que tanto me hipnotizam – você me fez gostar de você, mas eu não posso largar minha filha e o único dinheiro que eu tenho para poder sustentá-la por uma coisa que não me dá uma certeza de um futuro – o encarei confusa e ele tirou as mãos no meu rosto e respirou fundo – não posso trocar o certo pelo duvidoso, Abby – suspirou passando as mãos no cabelo mais uma vez – não posso trocar minha filha por um amor que eu não sei se vai durar, ou é só um amor adolescente – ele se afastou de mim e eu também queria desviar meus olhos, mas eu não conseguia desviar meus olhos dele.
- Justin, e-eu – gaguejei.
- Entra no carro, eu te deixo em casa – ele disse indo em direção ao carro.
- Eu vou andando mesmo – me virei e continuei meu caminho antes de ele começar o seu discurso.
- Abby, entra logo no carro – o ignorei sentindo as lágrimas descerem pelo meu rosto, merda!Por que eu tenho que ter uma vida tão merda?Por que quando tudo que eu sempre quis começa a acontecer sempre tem alguém para atrapalhar? – Abby – Justin já estava no carro ele andava bem devagar ao meu lado com o vidro abaixado – Abby! – o ignorei e continuei andando até minha casa que estava já bem perto.
- Que horas são? – perguntei baixo tentando fazer com que ele não percebesse que eu estava chorando.
- 21h20min – parei de andar e tirei o meu celular do bolso digitando rapidamente o número do Ryan.
- Alô? – escutei a voz abafada dele.
- Você tá ocupado?
- Não, ainda tá com fome?
- Não, eu quero que você venha me pegar naquela rua do parque.
- O que você tá fazendo ai e por que tá com voz de choro?
- Só vem me buscar Ry, por favor.
- Já tô indo – guardei o celular no bolso e me sentei no meio fio sentindo o olhar do Justin sobre mim, mas eu não ia levantar minha cabeça, não ia o deixar saber que eu estou chorando.
- Abby, por que sentou?Vem eu te levo para casa, vamos entra no carro – o ignorei – eu não vou te deixar sozinha ai há essa hora, vamos Abby! – olhei para o final da rua aonde vinha um carro, me levantei e logo o carro de Ryan parou em minha frente impedindo o Justin de me ver, olhei para ele de relance antes de entrar no carro e o Ryan acelerar.
- Tá tudo bem? – ele perguntou e eu neguei com a cabeça – para onde quer ir?

- Qualquer lugar, menos minha casa.


...Continua...

Eaw caras,tá ai o minusculo,minusculo e chato capitulo,eu sei ta uma bosta,mas é que eu usei minha criatividade toda no capitulo 10 de forced marriage ontem,ele ta legal,vão ler u-u esse ta chato,mas ao menos postei né?Dia sim dia nao lembra,ontem eu tava com vontade de postar,mas aqui nao saia de 11 ai eu fui fazer forced marriage e saiu essa merda ai,enfim.

vão ler a fic da jaii.

Ah e como eu já disse,divulguem a fic clicando ali do lado onde tem divulgue a fic é um tweet só isso ai eu indico vocês por lá,ah e a mina que pediu lá no tt pra divulgar ela,depois eu indico ok?aqui ta tudo travando pra caramba e eu demorei um ano pra abrir a merda desse google chrome,enfim!bye!by: @proudbelieb

12 julho 2013

Forced Marriage



Postei enfim o capitulo 10 de Forced Marriage então vão ler
Eu to com metade do capitulo 16 de Babysitter pronto só nao posto hoje porque vocês não comentam,eu falei lá no tt que com 23 comentarios eu postava but,forget.Falo e vao ler Forced Marriage! By: @proudbelieb 

http://animespirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-idolos-justin-bieber-forced-marriage-769843/capitulo10

11 julho 2013

Babysitter - Capitulo 15


No meu lugar,haviam limites que não poderia mudar,eu estava perdido oh sim
In My Place - Coldplay


- Abby? – escutei alguém falar meu nome e me virei para o lado vendo Justin sentado em um banco perto de nós dois.
- Justin? – ele se levantou e veio em nossa direção me fazendo soltar rapidamente minha mão da do Kyle – será que pode nos dar um segundo? – perguntei baixo para o Kyle.
- Claro, se precisar de mim eu vou estar no Pietro – assenti e ele voltou em direção ao Pietro.
- Você não ia para casa por que sua mãe estava furiosa? – escutei a voz do Justin e me virei lentamente para ele encarando aqueles olhos cor – de – mel.
- Eu fui para casa.
Ele me interrompeu – mas errou o caminho do seu quarto?
- Não, eu só...
Ele me interrompeu novamente – olha Abby, era só falar que ia encontrar com seu namorado, que no caso é corno, não precisava dizer que tinha que ir para casa.
- Justin...
- E desde quando tem um namorado?Que eu saiba...
- Justin! – praticamente gritei o fazendo parar de falar e olhar para mim – eu fui para casa, minha mãe me obrigou a vir aqui.
- Você não parecia que estava sendo obrigada – ele me olhou com um sorriso sínico e cruzou os braços.
- Minha mãe brigou sim comigo, por isso sai às pressas de lá – disse ignorando a sua ultima frase – não tô aqui porque eu gosto dele, tô aqui pela minha mãe.
- Que obrigação ótima não é?Namorar, oh ótimo! – ele resmungou bufando alto em seguida.
- Tudo bem!Agora me diz o porquê dessa irritação toda?Eu não estou namorando contigo, você ainda não sabe se me quer ou volta para sua mulher, o que quer que eu faça?Sente e assista você decidir se me quer? – gritei nervosa fazendo ele arregalar os olhos – e ele não é meu namorado!Mas eu bem queria que ele fosse ao menos eu não teria que ficar sofrendo por você! – o encarei ofegante enquanto ele ainda me olhava assustado.
- Abby... – ele disse dando um passo em minha direção me fazendo recuar – olha, eu – ele parou de tentar andar em minha direção e respirou fundo.
- Olha só me deixa ir embora ok? – suspirei alto jogando o cabelo que caia em meu rosto para trás – quando a Jas voltar me avisa e eu vou, mas enquanto isso eu acho melhor ficarmos longe um do outro.
- Abby...
- Justin, eu realmente gosto muito de você e eu acho fofo você sentir ciúmes de mim, quer dizer que também sente algo por mim, mas eu não acho que esse sentimento seja uma coisa parecida com amor, e-eu só... – respirei fundo – não quero ser a garota que te impediu de voltar para sua mulher, não quero que a Jas me odeie porque eu separei os pais dela – joguei novamente meus cabelos para trás – eu só cansei de sofrer por você sendo que o que eu ganho em troca é umas tentativas de me levar para cama, sua camisa e uma dormida depois de ficar bêbada – soltei o ar que eu nem percebi que tinha prendido - liga quando a Jas chegar ok? – ele assentiu ainda de cabeça baixa.
Agora só o que você tem que fazer é entrar naquele carro e ir embora, você consegue Abby, não olhe para trás.
- Abby – escutei ele dizer baixo, mas ignorei seguindo meu caminho para o carro.
Senti sua mão segurando meu braço e a proximidade dos seus lábios dos meus diminuir em segundos, ele colou nossos lábios, mas eu me afastei antes que ele pudesse dar inicio a um beijo – um beijo não vai adiantar agora, Justin – sussurrei o fazendo soltar meu braço, segui até o carro e sentei no banco do passageiro notando o Kyle do meu lado.
- Você não estava no Pietro? – perguntei baixo.
- Ele tá ocupado.
- Oh.
- Quem era aquele?
- Ninguém – murmurei e logo o senti dando a partida no carro, que merda de vida!

***

- Você tá bem? – perguntou o Kyle quando paramos em frente a minha casa.
- Ótima – sorri falso e desci do carro – até qualquer dia, Kyle – não esperei sua resposta e fechei a porta seguindo até minha casa, antes que eu pudesse abrir a porta minha mãe abriu a porta.
- Então como foi?
- Ótimo – sorri falsa novamente e me dirigi até as escadas.
- Abby, ainda precisamos conversar.
- Pode ser amanha?Eu tô com dor de cabeça – não esperei sua resposta e continuei a subir as escadas, entrei no meu quarto e deixei a tristeza me consumir enquanto me jogava na cama, meus olhos começaram a pesar e eu não os impedi de fechar.

Três dias depois

Senti uma coisa gelada passar pelo meu rosto e apenas me virei de lado, até que senti a coisa gelada de novo e abri meus olhos rapidamente vendo uma língua enorme na minha frente, arregalei os olhos me afastando um pouco vendo um Golden Retriever na minha frente.
- Mas o que? – praticamente gritei encarando aquele cachorro me levantei desviando do cachorro e sai do quarto sendo seguida por ele – pai!Desde quando temos um cachorro? – gritei enquanto terminava de descer as escadas.
- Desde hoje – escutei ele gritar de volta.
- Por quê? – gritei chegando à sala onde ele estava sentado ao lado do Bryan.
- Porque é aniversario do seu irmão e ele quis um cachorro – sorri para o Bryan e o peguei no colo.
- Tá idoso meu bebê, pai – disse fazendo meu pai rir – temos que mandar ele para um asilo.
- Não exagera – ele disse rindo e eu beijei a bochecha do Bryan o fazendo rir.
- E esse cachorro enorme?
- Ele não é enorme! – disse o Bryan abraçando o cachorro.
- Sim, ele é – disse olhando para o meu pai.
- Ele escolheu!Não é culpa minha.
- A mamãe sabe disso? – ele negou me fazendo rir – diga adeus ao cão – disse fazendo uma dramatização e me joguei no sofá ao lado do meu pai logo o cachorro pulou em cima de mim – pai!
- Não, o nome dele Buddy – disse o Bryan.
- Buddy? – olhei para o cachorro que me olhava com a boca aberta ainda em cima de mim – tá, Buddy é legal.
- Tem que levar ele para passear – disse meu pai se levantando do sofá.
- Eu?Por quê?
- Porque a moça da loja disse que ele precisa passear todos os dias.
- E ele não passeou quando veio para cá? – perguntei passando a mão no pelo do cachorro que não saia de cima de mim.
- Viemos de carro.
- Pai, o cachorro não é meu!
- E você acha que seu irmão aguenta esse cachorro? – ele me olhou levantando uma sobrancelha.
- Tá bom!E o que vocês vão fazer para o aniversario dele?
- Festa, os amiguinhos dele vêm para cá hoje, a festa vai ser no quintal – ele sorriu.
- E enquanto isso eu passeio com o cachorro?
- Buddy – me corrigiu o Bryan.
- Buddy.
- Claro que não, você tem que voltar e me ajudar a arrumar aqui.
- Pai!Vai me usar como empregada?
- Claro, você não tá fazendo nada, nem para a escola foi hoje... De novo.
- Eu dormi de mais.
- Percebi – ele resmungou.
- Amanhã eu vou.
- É bom ir mesmo.
- Vou tomar banho e ir passear com o bicho ai.
- É Buddy!
- Tanto faz Bryan – dei língua para ele.
- Pai, Abby me deu língua.
- Abby!
- Vou tomar banho – gritei subindo as escadas correndo sendo seguida pelo cachorro – pai, o cachorro tá me seguindo.
- Buddy – ele chamou junto com um assobio e o cachorro correu até ele, que mágica é essa?
Entrei no meu quarto indo direto para o banheiro tomar um demorado e gelado banho, eu simplesmente odeio banho quente, pode estar o maior frio do mundo eu tomo banho gelado. Sai do banheiro e fui até o guarda-roupa atrás de alguma roupa, peguei um short jeans, uma blusa branca com varias coisas coloridas escritas, uma jaqueta sem manga jeans e um all star cano médio preto e me vesti.
Desci as escadas já escutando os passos apressados do cachorro, logo ele pulou em cima de mim quase me derrubando.
- Buddy! – gritei tentando tirar ele de cima de mim – cachorro doido – disse rindo fazendo-o pular de novo em cima de mim – tá legal, calma – tirei ele de cima de mim novamente e continuei a descer as escadas.
- Já vai levar ele? – perguntou meu pai assim que eu cheguei à sala.
- Já, cadê a coleira?
- Acho que não precisa de coleira, ele fica só te seguindo.
- Tá, mas se eu demorar é porque ele fugiu e eu não fui atrás.
- Chegue aqui sem esse cachorro e seu irmão te deserda.
- Eu sei – disse rindo e beijei sua bochecha – tchau – sai de casa sendo seguida pelo Buddy – vamos para o parque grandão? – passei a mão em sua cabeça e ele abanou o rabo, segui até o parque que tinha perto da minha casa ainda sendo seguida pelo Buddy, por que será que esse cachorro me segue?
Chegamos enfim na rua do parque e só vi um vulto passar por mim, isso era o Buddy?
- Buddy! – gritei correndo atrás do cachorro que corria rapidamente pelo parque, merda! – Buddy!Volta aqui! – gritei novamente o vendo correr mais e pular em cima de alguém – Buddy! – corri até a pessoa no chão e puxei o Buddy de cima dela – eu sinto muito, ele é novo e eu... – parei de falar notando aqueles olhos cor – de – mel penetrantes na minha frente.
- Não tem problema – ele me olhou sorrindo e se levantou do chão – oi Abby.
- Justin – balancei a cabeça em forma de comprimento e olhei para o cachorro sentando ao meu lado – menino mal – murmurei para o Buddy e ouvi o riso do Justin.
- Ele não é um menino mal – ele riu e se abaixou passando a mão na cabeça do Buddy – eu estou cheirando a cachorra por isso ele pulou em cima de mim – o encarei confusa e ele riu – Jas levou uma amiga lá para casa e ela trouxe a cachorra.
- Ela já voltou para casa?
- Já – ele sorriu me fazendo abaixar a cabeça e morder meu lábio para não escapar “e a Megan voltou com ela?”
- Justin! – escutei um grito e lá veio a Megan em nossa direção com dois potinhos de sorvete na mão – aqui o seu sorvete – ela sorriu e entregou o potinho na mão dele – ah oi Abby.
- Oi – sorriu falsa.
- Vamos buscar a Jas no playground? – ela perguntou baixo depois de depositar um beijo rápido nos lábios dele,mas o que?
- Vamos – ele se virou para mim e sorriu fraco – até qualquer dia, Abby.
- Até – acenei para os dois e puxei o Buddy pela coleira que estava em volta do seu pescoço.
- Ei, Abby! – me virei olhando para a mocreia de cabelos negros abraçada no braço do Justin – pode ir lá para casa cuidar da Jas sexta? – ela perguntou da forma mais sínica possível.

- Claro – sorri sínica continuei andando sendo seguida pelo Buddy, como eu odeio aquela mulher!E aquele idiota também!Ele realmente mereceu ser traído por ela.


...Continua...

Eae,voltei pra postar :) eu ate ia postar ontem,mas the preguiça never ends sabe?Entao tá pequeno e ta uma merda,serio sem brincadeira eu odeie esse capitulo,mas como nada é perfeito e a preguiça never ends vai ser esse mesmo,o proximo vou tentar fazer algo que sirva pra ler,eu sei tá uma bosta!Então caras viram o selinho ali em baixo \/ tem um monte de coisa sobre o blog ali se quiser saber alguma coisa lê aquilo,enfim nada pra falar hoje.


Indiquem a fic que eu indico vcs por aqui ou pelo tt,só indiquem por ai ok?tem um botao ai do lado onde tem divulgue a fic,clica ali juro nao cai do dedo,eu já apertei ele uma vez :) fui!by: proudbelieb

10 julho 2013

Selinho

Entao cara uma mina me deu um selinho aqui e eu vi,mas ai eu esqueci e agora mina deve ta achando que eu sou cheia de não me toque,sou nao viu mlr?Sou é jumenta msm,então pera deixa eu fazer logo que a bagaça é granda,ah e eu nao vou postar hoje porque ainda ta faltando o final do capitulo oks?


Regras do negocio:
- Escrever 11 coisas sobre o seu blog
- Responder as 11 perguntas feitas pelos blogs que indicou.
- Indicar 11 blogs com menos de 200 seguidores
- Fazer 11 perguntas pra quem indicarei.

11 coisas sobre o blog:

Esse blog já tem dois anos e uns meses ai.
Ele foi feito em setembro de 2011.
Eu só comecei a postar em outubro.
Eu não sabia fazer fic quando comecei,entao não leiam Someday;
Esse blog era uma merda.
Ele ainda é uma merda,só que tá melhorando.
A fic com mais visualizações daqui é Boyfriend
Thainá é morta de preguiça por isso demora tanto pra postar.
Adoro comentarios grandes.
Não acho minhas fics tao boas,acho razoáveis.
O máximo de comentários que esse blog já teve foi 32 no capitulo final da primeira temporada de fall.

Perguntas:

Quantos anos tem?
14.
Que tipo de coisa costuma fazer pra espantar o tedio?
nada,por isso sou morta assim.
Qual é sua fanfic favorita?
Tirando o Justin que outros cantores/bandas você gosta?
Selena,Red hot,Ff,oasis,legiao urbana,algumas musicas da demi,never shout never,soad,contanto que a musica seja boa.
Desde quando escreve fic´s?
Desde de setembro de 2011,foi meio do nada numa paranoia da vida.
O que você não gosta de escrever e o que não gosta de ler numa fic?
odeio escrever parte hot,por isso minhas fics não tem,não gosto de ler sobre minas que se cortam na fic,porque quem escreve é uma pessoa que nunca passou por isso e não sabe como fazer as coisas e fica chato e nada parecido com a realidade.
Qual é seu sonho?
abraçar o justin,depois disso posso morrer.
Qual é seu ator/atriz favorito?
Joseph Morgan e qualquer ATOR britanico,sotaque lindo e sexy.
Qual é seu filme favorito?
Never say never(logico) e vestida pra casar.
O que você não gosta de jeito nenhum?
piriguetes.
Qual é o significado do seu nome?
sla,alguem pesquisa ai Flor de Liz.

Blogs indicados:


Perguntas minhas:

1- Qual é seu nome?
2- O que te fez criar seu blog?
3-O que faz quando tá sem ideia pra fic?
4-Quem te inspira a escrever?
5-O que não gosta de ler?
6-Se o mundo acabasse amanhã o que você faria?
7-Qual é seu sonho?
8-Já pensou em parar de escrever?Por que?
9-Já quis matar alguém?(sou paranoica)
10-Quem?
11-Você lê meu blog?Se sim,comenta djuabo.

até que fiz direitinho né?ta vendo mina não sou cheia de não me toque!by:proudbelieb vão ver meu icon do ryan ta muito lindo

09 julho 2013

Babysitter - Capitulo 14



E se você partir e me deixar aqui sozinho,ainda esperarei por você
In My Place - Coldplay

- Justin – disse baixo virando meu corpo por inteiro para ele.
- Eu só não quero passar o dia sozinho, a Jas não vai voltar essa semana e eu...
O interrompi – tudo bem, eu fico – ele sorriu de lado e eu voltei minha atenção para a louça que eu tinha que lavar.
- Você não precisa lavar.
- Claro que preciso.
- Claro que não, vem – ele me puxou pela cintura me fazendo rir, quando percebi já estávamos na sala.
- E quem vai lavar? – perguntei o fazendo parar de me puxar para o sofá.
- Eu, amanha – levantei uma sobrancelha ainda o encarando – amanha a empregada vem – ele bufou me fazendo rir.
- Que incompetente! – o repreendi segurando o riso – você tem que saber se virar sozinho – bati meu dedo no seu nariz o fazendo rir e depositar um beijo rápido em meus lábios.
- Ah então alguém vai ter que começar a me ensinar – ele riu me dando outro beijo rápido, ele me apertou mais contra ela ainda me segurando pela cintura.
- Conhece alguém que saiba?
- Uma tal de Abby alguma coisa,o sobrenome dela é bem difícil – ri um tanto alto o levando junto comigo.
- Maddox não é difícil.
- Então você a conhece?
- Um pouco, nós convivemos juntas – dei de ombros o fazendo rir.
- Pode pedir para ela vir me ensinar a me virar sozinho?
- Quem sabe se você pedir com carinho – ele riu baixo e aproximou mais seu rosto do meu, me fazendo sentir seu hálito bater contra os meus lábios, ele olhou para os meus lábios e colou nossos lábios com urgência apertando meu corpo cada vez mais contra o seu.
Senti meu corpo se chocando contra a maciez do sofá, suas mãos subiram por dentro da camisa apertando minha cintura contra si, mas o inicio de Slow Down me fez empurrar ele de leve e ele me olhar confuso.
- Meu celular – disse ofegante, ele se levantou saindo de cima de mim e eu subi as escadas rapidamente correndo até o quarto, eu realmente preciso abaixar o volume desse toque.
- Alô? – atendi antes que desligassem.
- Abby? – disse uma voz masculina.
- Eu mesma, quem tá falando?
- Sou eu, Kyle – ele disse um tanto animado.
- O que você... Espera como conseguiu meu número?
- No jantar, você me deu.
- Não, eu não te dei.
- Sim, deu... Ou foi seu irmão?
- Nem falar com você eu falei direito e você acha mesmo que eu ia te dar meu número?
- Calma!
- E o que você quer me ligando?
- Sua mãe que mandou.
- O que?Minha mãe – respirei fundo lembrando-se da viciada em álcool louca por atenção que eu chamo de mãe.
- Sim, sua mãe e é para nós irmos almoçar hoje.
- O que? – passei a mão pelos meus cabelos os jogando para trás – onde você tá?
- Na sua casa, te esperando e olhando para sua mãe que tá furiosa.
- Merda! – praticamente gritei sentando na cama.
- Então faz o favor de sair de onde você estiver e vir para casa por que eu não tenho o tempo todo.
- O que você tá fazendo na minha casa?
- Minha mãe me trouxe.
- Droga de garoto mimado!
- Hey!Olha a educação, vamos Abby venha logo.
- Eu chego em 10 minutos – bufei e desliguei o celular o jogando na cama, joguei o meu cabelo para trás novamente enterrando meu rosto entre minhas mãos, por que minha mãe tem que ser tão impressionada nisso?Será que posso namorar alguém que não cague dinheiro?
- Tá tudo bem? – levantei minha cabeça olhando para o homem de cabelos assanhados com as mãos nos bolsos.
- Sim – forcei um sorriso e me levantei da cama respirando fundo – mas eu preciso ir – disse baixo.
- Por quê?
- Minha mãe, quer que vá para casa – respirei fundo indo até minhas roupas que se encontravam dobradas em cima da cama – ontem eu sai escondida com a Jaine e o Ryan.
- Oh – ele murmurou enquanto eu me enfiava naquela calça apertada ainda vestida na camisa dele.
- Eu queria ficar – me virei para ele depois de abotoar a calça – mas minha mãe já vai fazer escândalo e se eu não for ela é capaz de me jogar para fora de casa – botei o casaco ainda por cima da camisa de botões e enfiei o resto, que caia até metade das minhas coxas, da camisa dentro da calça – essa blusa pode ficar aqui?Amanha eu pego – ele assentiu e eu deixei a blusa em suas mãos e depositei um beijo rápido em seus lábios e sai do quarto as pressas,se eu me atrás ao menos um segundo dos 10 minutos que eu disse que chegava,eu tô morta.
- Abby, espera – ele disse me seguindo enquanto eu descia as escadas.
- Justin, eu realmente preciso ir, amanha eu venho ok? – disse rápido andando até a porta.
- Hey – o senti puxar meu braço e meu corpo se chocou contra o dele – calma, qualquer coisa eu ligo e digo que precisei que viesse me ajudar com a Jas – ele soltou um riso fraco e passou as mãos pela minha cintura me puxando para perto dele, encarou meus lábios antes de colá-los lentamente, possuindo meus lábios em um beijo lento, sua mão em minha cintura me empurrava cada vez em sua direção deixando o mínimo possível de distancia entre nós.
- Eu realmente preciso ir agora – sussurrei ao separar nossos lábios.
- Volta amanha? – ele perguntou na mesma altura.
- Sim, até amanha – dei um beijo rápido nele e corri até a porta saindo por ela e andando rápido até minha casa, não correndo, porque iam pensar que sou louca então eu andei rápido.
Entrei pela porta da minha casa vendo à senhora Walk estava sentada ao lado da minha mãe e Kyle mexia no celular.
- Abby – disse minha mãe fingindo uma simpatia, mas eu sabia que ela queria me queimar viva nesse exato momento.
- Mãe – sorri fraco – senhora Walk, Kyle – sorri falsa – eu desço em cinco minutos – sorri para eles e subi as escadas correndo dando de cara com meu pai que saia do seu quarto.
- Abby, onde você estava?
- Eu saí com a Jaine e o Ryan, dormi na casa dela – menti.
- Dá próxima vez liga ok?Sua mãe tá uma fera.
- Eu sei, vou me trocar tchau – entrei no quarto e respirei fundo tirando aquele casaco e o jogando em cima da cama, puxei meus cabelos para um coque alto e fui até o guarda-roupa escolher alguma roupa.
- Onde você estava? – olhei para trás assustada vendo minha mãe entrar no quarto me olhando furiosa.
- E-eu dormi na casa da Jaine.
- E por que não me avisou?
- E-eu...
- Você o que Abby?Você sai daqui sabe Deus para onde e só volta a essa hora?
- Eu não sabia que a senhora ia trazer alguém para cá.
- E não precisava saber, só precisava ficar em casa ou ao menos não ter faltado à escola! – ela praticamente gritou – se arrume logo ou eu juro que não respondo por mim – ela disse e saiu do quarto batendo a porta com força, eu nunca vi minha mãe tão irritada, merda!Puxei um vestido branco com umas florzinhas minúsculas pretas, calcei uma sapatilha preta e soltei meu cabelo saindo do quarto.
- Estou pronta vamos? – forcei um sorriso para os três na sala.
- Claro – ele forçou um sorriso para mim e se levantou.
- Tchau senhora Walk – acenei para ele ignorando minha mãe e sai da casa sendo acompanhada pelo Kyle.
- Quando você voltar, corpos vão rolar – ele cantarolou e eu bati em sua cabeça.
- Cala a boca – disse irritada e entrei no Audi R8 estacionado em frente a minha casa.
- E ainda me chama de mimado – ele disse entrando no carro.
- Cala a boca e dirigi ou eu juro que corpos vão rolar é agora! – ele riu e deu a partida no carro o acelerando em direção a não sei onde.
- Onde estamos indo mesmo? – perguntei já cansada daquele banco.
- Vamos para um motel
- Como? – perguntei arregalando meus olhos.
- Eu estou brincando – ele riu – vamos aqui – ele parou em frente a um enorme parque.
- Achei que íamos almoçar – perguntei descendo do carro sendo seguida por ele.
- E vamos – ele sorriu e ligou o alarme do carro – vamos almoçar nesse restaurante e ainda ganhamos uma bela vista desse parque.
- Ok – disse ainda receosa seguindo ele para o restaurante francês simples em nossa frente.
- Kyle!Quanto tempo – disse um homem vindo em nossa direção e abraçando o Kyle.
- Pietro! – ele sorriu.
- E quem é essa bela senhorita? – ele sorriu vindo em minha direção e depositando um beijo na minha bochecha.
- Pietro essa é Abby – ele sorriu mais uma vez já se separando de mim.
- Abby, que belo nome!Sente-se que eu vou preparar os pratos de vocês.
- Como ele sabe o que queremos? – perguntei me sentando-se à mesa que ficava de frente ao vidro da loja tendo a visão do enorme parque.
- Ele não sabe – ele riu – aqui ele escolhe a comida que queremos comer.
- Oh – murmurei me arrumando na cadeira – então, vem muito por aqui?
- Acho que é o único lugar que eu almoço sem ser minha casa.
- É meio longe não é?
- Não – ele riu – eu moro por aqui.
- Esse é o lado rico da cidade certo?
- Sim.
- Ah tá, eu nunca vim aqui.
- Porque é pobre.
- Já vai começar coisa mimada?
- Não sou mimado.
- Aqui é o único lugar que eu como além da minha casa – disse imitando a voz dele
- Eu não falo assim – ele disse rindo.
- Fala sim.
- Minha voz não é tão fina.
- Você se escuta falar? – perguntei levantando uma sobrancelha e ele riu.
- Cala a boca – ri dele e logo um prato foi depositado na minha frente,levantei a cabeça olhando para Pietro que nos olhava sorrindo,encarei o prato que até parecia bom.
- Obrigada – sorri para ele e peguei os talheres ao lado do prato encarando aquela comida – isso é comida francesa?
- Não – ele disse simples e eu levantei minha cabeça olhando para o garoto loiro na minha frente.
- Como é?Isso não é um restaurante francês?
- Não, por que pensou isso? – ele disse me olhando confuso.
- Porque o nome lá na frente é em francês e o dono é um francês!
- Não julgue o livro pela capa.
- Como eu não iria julgar?
- Aproveite seu cachorro quente – sim, cachorro quente,mas não é aqueles no pão que você pega na mão e come,é no prato onde tem pão,ovo com carne moída,alface e tomate,eu já comi é gostoso pra caramba.
- Isso é estranho – ri cortando meu pão e comendo um pedaço dele – eu não lembrava como isso era gostoso – ele riu e voltou a comer o que quer que ele estivesse comendo,serio eu não entendi o que ele estava comendo.

***

- Obrigado, Pietro – ele disse após ser abraçado por Pietro.
- Não precisa agradecer – ele sorriu – e a senhorita, o que achou da minha comida?
- É ótima, Pietro – sorri sendo abraçada por ele.
- Ela achou que aqui era um restaurante francês – disse o Kyle e eu o encarei com um olhar matador.
- Por que ela achou isso? – ele me olhou confuso.
- Pelo nome do restaurante e por você ser francês.
- Julgando o livro pela capa? – bufei rindo um pouco e me afastei dele indo para o lado do Kyle.
- Tchau, Pietro – disse um tanto alto indo para a porta.
- Tchau, Abby – ele acenou e eu abri a porta saindo junto com Kyle.
- Idiota! – bati na cabeça dele o fazendo rir.
- O que foi?
- Por que disse para ele?
- Porque eu queria zoar com você.
- Que infantil – disse rindo e seguindo até o carro – cadê a chatice do dia do jantar, Kyle?
- Ela tá aqui dentro, só não provoque – ri e quando ia entrando no carro ele me puxou – nós vamos andar no parque ainda – ele me puxou pela mão e entrou naquele enorme e verde parque.
- Estranho ninguém nunca ter derrubado tudo isso e construído um prédio.
- Ricos também gostam de árvores, Abby – ele me empurrou de leve me fazendo rir.

- Abby? – escutei alguém falar meu nome e me virei para o lado vendo Justin sentado em um banco perto de nós dois.


...Continua...

Eae pessoas,aqui estou eu ao som de What If - coldplay saindo da minha cabeça,eu nunca fico sem musica nenhuma na cabeça,é meio estranho e é chato na hora que eu quero me concentrar porque eu nao consigo,enfim é a vida!Entao eu acho que só vai dar msm pra postar assim,dia sim dia nao,é até melhor porque todo dia acaba a fic em poucos dias né?Enfim falando em acabar acho que ela acaba logo,ou não...sei lá,eu ainda to vendo isso aqui,mas assim quando eu acabar Babysitter,eu vou ficar um tempo fora pq ninguem é de ferro e eu to sem ideia nenhuma pra fic nova,enfim é vou indo caras de merda!Falo fãs!By: @proudbelieb

me ajudem a indicar a fic ou vcs vao morrer em sete dias.