06 abril 2013

Hey

Heeey!Então só entrei aqui pra falar que segunda começa minhas provas então eu nao sei quando vou postar viu?E tipo era pra eu ta estudando,mas to aproveitando que a thaina ta aqui e vim avisar pra vocês :) sorry gente,mas eu tenho que estudar pra caramba,caso vocês quiserem me mandar as responstas das provas eu aceito com o maior prazer ok?Então cara só entrei aqui pra avisar mesmo ok?Bye love u guys!By:@Proudbelieb


03 abril 2013

Don´t Wake Me Up - Capitulo 10





- Boa noite, Ana – escutei minha mãe sussurrar ela estava parada na minha porta enquanto eu me encolhia na cama, segundos depois escutei a porta do meu quarto sendo fechada, seus passos ecoaram até o bater da porta do quarto dela, me levantei da cama vestindo uma calça justa preta,um casaco de moletom preto e um all star cano médio preto.O meu relógio no criado mudo apontava 23:43 e depois de muita espera finalmente meus pais dormiram,será que o Justin já terminou de fazer o que ele tinha que fazer? Hoje não anjo, tenho umas coisas pra fazer, se der tempo eu venho. Se ele tivesse terminado ele estaria aqui então ele ainda não deve ter terminado eu tenho tempo, botei meu celular dentro do bolso do moletom e abri a porta do meu quarto com cuidado,olhei para a porta do quarto dos meus pais onde nenhuma luz vazava pelas brechas da porta,desci as escadas com cuidado encontrando sala totalmente escura,mas as chaves do Sedan do meu pai brilhava no balcão que dividia a sala da cozinha,passei minha mão pelo balcão e peguei as chaves e sai pela porta de casa,andei até a garagem e apertei a senha no teclado que tinha ao lado do portão e ele se levantou sem fazer barulho,me abaixei entrando na garagem.Dei partida no silencio Sedan e andei devagar e quando cheguei na esquina finalmente acelerei rumo a casa do Justin.
Estacionei um pouco antes do armazém e puxei o capuz do meu casaco, desci do carro e andei devagar até o armazém, andei até a lateral do armazém e fiquei na ponta dos pés pra conseguir ver só a ponta da janela, os carros estavam todos ali, menos o R8, andei devagar para trás do armazém procurando alguma porta, nada, merda!Como eu vou entrar agora?Só me resta voltar, andei pisando forte,espera,parei de andar e pisei no mesmo lugar que tinha pisado antes.

Oco!Me abaixei tirando umas palhas,tinha um tipo ferrinho puxei e uma madeira foi levantada,passagem para o porão,entrei pela pequena portinha de madeira fechando ela logo atrás de mim desci a escada pequena e sai ao lado do Audi SUV,caramba como ele fez isso?Fechei a outra portinha de madeira atrás de mim e limpei minha roupa e olhei em volta, nada de Justin. Olhei pra cima onde tinha o quarto do Justin, subi as escadas dois degraus por vez e cheguei à porta de madeira que levava ao quarto, respirei fundo botando minha mão na maçaneta da porta,quando um barulho de um carro me atrapalhou olhei assustada para o portão enorme do armazém que começava a levantar,arregalei os olhos e rodei a maçaneta entrando no quarto, me encostei-me à porta ofegante e olhei para o quarto que tinha uma cama de casal com lençóis prateados no meio, as paredes eram cinza com algumas prateleiras brancas, do lado da cama tinha um criado mudo branco, em cima dele não tinha nenhuma foto, merda!Escutei o barulho do motor do carro sendo desligado, minha respiração ficou mais ofegante e eu olhei para uma porta que tinha no quarto, corri pra ela dando de cara com um banheiro pequeno, como eu vou sair daqui?
Voltei para o quarto e vi uma janela pequena do lado de um armário preto com branco que tinha ali corri pra lá e assim que me encostei à parede da janela a porta do quarto foi aberta, prendi minha respiração e me exprimi mais na parede, merda, merda, merda!Justin apareceu no meu campo de visão, ele tirou seu casaco moletom preto jogando ele em cima da cama ficando só com uma regata branca que tirou logo em seguida me deixando ver suas costas nuas,ele se virou em minha direção e eu me abaixei me encolhendo encostada no armário e a parede,não me vê,não me vê,não me vê,implorei em silencio enquanto eu apertava meus olhos e botava a mão na minha boca tentando evitar sair qualquer barulho,não me vê,não me vê,não me vê.

- Ana? – a voz rouca do Justin ecoou pelos meus ouvidos e eu abri meus olhos devagar olhando pra ele, tirei a mão da minha boca.
- Oi – sussurrei forçando um sorriso.
- O que você tá fazendo encolhida no chão do meu quarto?
- E-eu... Você disse que não dava pra ir então eu vim – disse a primeira coisa que venho na minha cabeça e forcei um sorriso.
- Você tem uma boa memória – ele riu – mas é uma péssima mentirosa – andou para perto de mim e estendeu a mão pra mim, agarrei a mão dele pegando impulso para me levantar do chão, ele me olhou de cima a baixo e riu – o que veio espionar aqui espiã demais?
- N-nada – por que eu tenho sempre que gaguejar?
- Ana, você não ia se arriscar toda pra nada espera, como conseguiu entrar aqui?
- Pela porta?
- O alarme teria apitado e eu estaria aqui em segundos.
- Uma portinha de madeira atrás do armazém.
- Tenho que melhorar aquilo – ele murmurou pra si – ainda não entendi o porquê de você estar aqui.
- Só queria te ver, é serio – murmurei tentando parecer seria e andei até a cama dele me sentando nela – sua cama é muito confortável.
- Como você veio pra cá?Até onde eu sei você não tem carro.
- Peguei o carro do meu pai.
- Tudo pra me ver? – ele perguntou desconfiado e eu me joguei na batendo minhas costas na cama.
- Eu gosto de você, Justin.
- Também gosto de você, Ana – continuei encarando o teto branco, até sentir a cama se afundando do meu lado, logo o rosto do Justin apareceu na minha frente me assustando – mas eu não acho que você tenha andado isso tudo só pra me ver.
- Boo costuma fazer isso todo tempo por mim – murmurei e ele sorriu puxando meus braços e botando eles ao lado da minha cabeça prendendo meus pulsos com suas mãos.
- A Boo mora quase em cima da sua casa.
- Duas ruas ok? – ele riu ainda segurando meus pulsos.
- Você fica bem de preto – ele sussurrou de uma forma sexy.
- Igualmente – sussurrei e ele sorriu.
- Já que você veio aqui para me ver... – ele sussurrou aproximando seu rosto para mais perto do meu – vamos aproveitar certo? – antes que eu pudesse formar uma palavra em minha cabeça, seus lábios colaram nos meus e sua língua invadiu minha boca de imediato, duas mãos apertavam meus pulsos contra a cama e seus joelhos permaneciam ao lado das minhas coxas. Senti alguma coisa vibrando perto das minhas coxas e o Justin bufou se sentando em cima das minhas coxas, enfiou a mão no bolso da calça preta tirando o celular.
- Fala! – ele murmurou perto no celular – não... Não... Lógico que não... Ah cara cala a boca... Eu estou ocupado aqui... Vai a merda – ele saiu de cima das minhas coxas e se levantou da cama,me mandou esperar fazendo um sinal com a mão e abriu a porta do quarto saindo logo em seguida,bufei e me sentei na cama encolhendo minhas pernas em cima dela,puxei meu cabelo solto pelo Justin e fiz um coque alto,observei o quarto procurando a foto,nada.Me inclinei na cama indo até a gaveta do criado mudo.
- Temos que sair daqui – me afastei do criado mudo rápido, me fazendo quase cair da cama, olhei pro Justin que pegava abriu o armário tirando um casaco de moletom cinza e vestindo logo em seguida.
- O que aconteceu?
- Eles estão vindo pra cá, temos que ir rápido – me levantei da cama e ele se abaixou perto de mim puxando uma mala pequena de baixo da cama,nela já tinha um certo volume – vamos! – ele abriu a porta do quarto e eu o segui descendo as escadas rapidamente fazendo o coque do meu cabelo se desmanchar, ele me entregou a mala e subiu em cima da Ducati preta que tínhamos usado ontem, subi atrás dele pendurando a mala no meu ombro apertei a cintura dele e o portão subiu, ele acelerou saindo dali. Já estávamos um pouco longe do armazém quando escutei uma explosão, virei minha cabeça olhando pra trás vendo o monte de fumaça.
- Aquilo é...
- É – ele murmurou me interrompendo, caramba!Se nós tivéssemos demorado mais eu com certeza não estaria aqui.

***

- Quem fez isso? – perguntei assim que paramos a moto em um acostamento depois de um bom tempo,eu andava de um lado para o outro passando a mão nos meus cabelos,meu Deus eu poderia estar morta!
- Eles.
- Se você começasse a falar quem são eles ajudaria.
- Eu não posso.
- Porra Justin!Nós quase fomos mortos aqui será que você poderia falar quem tentou nos matar? – gritei irritada e ele me olhou surpreso, tem uma hora que até eu explodo, ele ficou calado por alguns segundos me encarando.
- Temos que achar um motel – ele andou até a moto.
- O que?Você tá querendo me levar pra um motel?
- Precisamos achar um lugar pra passar a noite.
- Minha casa, por favor – murmurei sínica.
- Não podemos ir pra sua casa agora.
- Oh por quê?
- Eles vão pra lá – arregalei os olhos.
- Justin, meus pais – um fio de voz ecoou no silencio daquele fim de mundo onde estávamos.
- Eles estão bem, eles querem a mim, não a sua família – ele me puxou pra moto – agora será que podemos ir? – subi na moto ainda relutante e puxei a mala no meu ombro.
- Procura um hotel, por favor – murmurei antes de ele acelerar a moto pela aquela estrada que parecia sem fim.
HOTEL MONTREAL!Piscava o nome azul com vermelho assim que paramos no estacionamento improvisado em frente ao pequeno hotel que podia ser confundido com um motel só que tinha três andares.
- Boa noite – uma mulher com um uniforme minúsculo disse assim que entramos na recepção do hotel.
- Boa noite – murmuramos juntos – quarto pra dois – ele murmurou.
- Preferência de andar?
- Térreo – ele murmurou e ela entregou uma chave na mão dele enquanto mascava seu chiclete tentando parecer sexy.
- Quarto 6.
- Obrigado – ele sorriu forçado e segurou minha mão me puxando para o corredor.
- Quarto seis – ele disse assim que paramos na porta do quarto.
- Aleluia tu chegou cara! – arregalei meus olhos quando um garoto saiu de uma porta de dentro do quarto, como ele entrou aqui?
- A mulher ali da frente.
- Deu em cima de você também – o garoto riu e se aproximou do Justin dando um abraço rápido dele – ainda bem que você conseguiu sair dali.
- Valeu por ligar, como você soube? – o Justin perguntou e andou até a cama do quarto jogando o casaco que estava na mão dele amanha ok, eu estou me sentindo ignorada aqui, continuei calada e parada perto da porta.
- Eu e o Fin estávamos em um bar e ouvimos um deles falando sobre isso, o Fin o torturou e ele falou com quanto tempo eles explodiram lá?
- Seis minutos depois que nós saímos.
- Por pouco – ele suspirou.
- Ah Ryan essa é a Ana, Ana esse é Ryan – o Justin finalmente lembrou-se de mim.
- Prazer – sorri apertando a mão dele.
- Todo meu – ele sorriu.
- Nem começa Ryan – ele olhou pra ele apertando os olhos enquanto caminhava até mim – tá com frio? – neguei com a cabeça – fome? – assenti e ele botou a as mãos no meu quadril me puxando pra perto dele – quer comer o que?
- A coisa mais gordurosa que tiver – ele riu.
- Quer que eu vá buscar?
- Não, eu sei que você tem que conversar com seu amigo – ele deu um beijo na minha testa – vai querer alguma coisa?
- Não valeu.
- Ryan? – ele parou de encarar o teto e olhou pra mim.
- Pizza e refrigerante – ele disse e eu assenti saindo do quarto, tentaram matar o Justin... E perguntas rondam minha cabeça, quem e por quê?O que o Justin fez pra quererem matar ele?Será que foi o Mason?Não, não pode ter sido o Mason... Ou pode?
- Vai querer o que senhorita? – despertei dos meus pensamentos notando que eu já estava na recepção do hotel.
- Comida – falei e a mulher sorriu.
- O que vai querer? – ela tirou um bloquinho de baixo do balcão.
- Um hambúrguer, uma fatia de pizza e duas latas de coca – ela anotou e sorriu.
- A pizza pode demorar um pouco.
- Então dois hambúrgueres, por favor – sorri.
- Daqui a alguns minutos levamos no seu quarto.
- Não precisa vou esperar aqui.
- Ok – me sentei numas cadeiras super confortáveis que tinha ali na recepção enquanto a mulher saiu rumo a provavelmente à cozinha. Esperei alguns minutos e a mulher voltou a recepção com uma bandeja com meus hambúrgueres e as cocas.
- Obrigado – sorri pra ela e peguei a bandeja da mão dela.
- De nada – ela sorriu e eu andei até as cadeiras que eu estava pra pegar meu celular que eu tinha deixado na cadeira até que um calafrio passar pelo meu corpo virei minha cabeça pra porta vendo quatro homens de preto entrando no hotel, me afastei um pouco das cadeiras.
- Um menino de mais ou menos 18 anos fez uma entrada aqui? – ele perguntou com a voz grossa e eu arregalei os olhos soltando a bandeja e correndo pelo corredor até o quarto, porra eles nós acharam.



15 comentários?

Heey!Como voces estão?Eu to bem,mas assim se alguem quiser fazer minhas provas,ou me mandar umas pescas pelo tt,ou até mesmo me ensinar eu to aceitando ok :) Então o design tá lindo né *u* eu vcs viram o post passado \/ o de baixo ai "PROJETO DE NORDESTINA" sabe o que é isso,mariana se rebelando u.u só porque meu nome no tt ta Patch u.u menina abestada,viram o bullyng comigo nao viram?Isso é um ser mal amado u.u só porque eu nao respondi ela no tt,quero nem saber o que ela vai fazer caso eu nao responda de novo o.o Então cara ta sendo dificil pra caramba conseguir comentario aqui e isso é chato pra caramba :( mas

Enfim

Comentem na fic da mari ai pq se nao ela me bate u.u então cara vou responder os coments pq quem comenta é diva!Bye!Amo vcs viu?Nunca esqueçam disso ok?Esses dias eu to meio mal porque eu to meio percebendo que eu nao sou nem um pouco fundamental na vida dos meus amgs,to percebendo que se eu sumisse eles nao iam sentir um minimo de falta,enfim chega!Bye!By: @Proudbelieb

Ei o que vocês acham de eu responder os coments pelo tt?eu boto do jeito que boto aqui só que lá ok?se nao vai ficar mt grande aqui :) love you

02 abril 2013

Projeto de Nordestina

Alguém diz pra esse projeto de Nordestina chamada Flor que o Patch Cipriano ME PERTENCE? Sim eu invadi isso aqui só pra postar isso porque sim. Primeiro queria roubar meu Jensen e Jered agora quer roubar MEU PATCH É MUITO DESAFORO! Não vou te dar dica de livros ou tu vai roubar meus bbzos tbm. Projeto fracassado de Nordestina.

Para: Flor

De: Mariana

Ela não responde no twitter então aqui tenho certeza que ela vai ver, mesmo que exclua depois. DESAFORO. Projeto de nordestina.

Look For The Star - Apresentação


I hate. you hate 
I hate. you love me
I hate everything about you so 
why I love you?
I hate everything about you - Three Days Grace


- Prometo Mich.

- Obrigada. – o abracei. – Mas eu poderia pelo menos ficar um tempo com meus avós, minhas tias a Clarisse e o Ed? – ah, esqueci de avisar, tia Jessica teve o Ed alguns anos depois da morte dos meus pais, ele tem 13 anos hoje em dia.

- Nós resolvemos tudo isso quando chegarmos lá ok?

- Tá bem.

- Vamos gente! – tia Melissa saiu do quarto toda arrumada indo em direção a porta. Ela provavelmente estava atrasada pra alguma reunião, como sempre.

- Vamos! – dissemos juntos e rimos saindo atrás dela.

. . .

- Tchau! Até o almoço! – disse saindo do carro e atravessando a rua pra ir pra aula. Eles acenaram e eu entrei.

Digamos que em 11 anos da minha vida no Brasil e tinha feito 3 amigos descontando o Rafa e alguns poucos colegas que eu quase não tinha intimidade mas conversava de vez em quando.
Eram Pedro, Catarina e Leticia.

Naquele dia eu estava extremamente feliz. Como era final de ano a diretora resolveu dar uma colher de chá e fez um festival de música. Na verdade era mais pra um concurso de talentos, só que eu não estava nem ai pro que era. No inicio eu nem queria cantar. Eu sou tímida de mais e acho que além dos meus 3 amigos ninguém ia me escutar de verdade, mas eu me lembrei de uma vez que o Rafa me disse uma vez:

- Não deve ter medo do que as pessoas vão pensar do que você faz. Não deve ter medo se elas não quiserem te ouvir. O que importa são as pessoas que estão realmente ali te ouvindo e te apoiando. Mesmo que seja só uma, conta mais do que os 6.999.999.999 de pessoas restantes no planeta.

E decidi cantar. Não uma musica minha, nem pensar. Apesar de tudo eu ainda sou tímida, um cover.  Não sei se alguém ia entender alguma coisa, pois era em japonês. Achei que não seria original da minha parte cantar em inglês de um modo que todo mundo sabe que eu sou americana. Mas acho que se eu cantar com meu coração, com toda a emoção que eu quero que chegue ao Rafa, eles irão sentir também.

- Hey Mich! – Pedro gritou da entrada. Ele estava com seu violão pendurado nas costas e as garotas ao redor estavam todas olhando pra ele. Tenho que dizer que o Pedro é simplesmente lindo. Não tem olhos verdes, cabelos loiros nem nada disso. Ele tem olhos de um castanho bem escuro e os cabelos também, mas suas feições são tão suaves e bonitas que fazem você querer ficar olhando pra ele. Não vou dizer que nunca tive uma quedinha por ele porque seria mentira, mas hoje eu tenho certeza de que amo o Rafa, meu pequeno anjo.

- Oi Pedro. – o abracei. Às vezes tenho que repreende-lo porque ele é bem forte e se esquece disso.

- E então, animada? – perguntou sorrindo.

- Nervosa seria a palavra mais adequada.

- Todos vão gostar Mich. Todos gostam de você, é só que tu não dá espaço pra eles virem falar contigo!

- Até parece que eu saio correndo quando eles chegam perto de mim.

- Só que é tímida de mais. – passou o braço a minha volta e foi nos guiando pra dentro. -  Mas hoje a Leticia e a Catarina vão fazer o que bem quiserem em você, e ai se você reclamar!

- Mas...

- Nada de mas! Você já é linda, só precisa realçar isso, então como você mesma nunca faria isso, elas vão fazer por você.

- Argh! Como vocês são chatos! – fiz cara emburrada e ele riu logo depois me enchendo de cocegas no meio do corredor. – Para Pedro! – gritei e senti os olhares de todos ali.

- Então tira essa cara feia. É o último dia de aula e só temos algumas semanas juntos, faz isso pela gente?

- Ta. – concordei e ele sorriu abertamente apertando minhas bochechas. – Ai isso doi!

- Coisa fofa! – beijou uma delas e saímos rindo em direção a minha sina: Catarina e Leticia.

- E então? O que achou? – ela me perguntaram tirando um espelho da bolsa. Estávamos na sala de música pra que elas pudessem me arrumar em sossego.

Não acreditei no que vi. Não era eu no espelho, mas ao mesmo tempo sim. Eu conseguia ver um pouco de mim naquilo. Eu não estava feia, diferente é a palavra certa. Meus cabelos estavam repuxados pra trás soltos e pendidos em cachos perfeitos mas tinha uma parte presa de mechas torcidinhas nas laterais que se encontravam na parte de trás da minha cabeça. Meu rosto, que acho que nunca tinha visto mais do que sombras claras e de vez em quando um preto acompanhado por um batom, estava com uma cor diferente. Minhas maçãs do rosto estavam acentuadas e as olheiras geradas pela ansiedade tinham sumido. Meus olhos brilhavam em uma confusão de dourado com o verde dos meus olhos. Meus cílios pareciam ser postiços mas elas me garantiram que eram meus.

- Essa sou eu? – perguntei ainda atordoada.

- É, nós não fizemos quase nada. Seu rosto já é bonito por si só.

- Obrigada. Eu estou tão...

- Linda? – opinou Pedro.

- Diferente. Nunca me imaginei assim.

- Nem precisa. É só colocar um gloss que você fica parecendo uma estrela de cinema. – Leticia disse.

- Exagerados vocês. – cantarolei.

- Honestos. – disseram em uníssono.

- Ok, grandes mestres da honestidade. Eu tenho que me trocar. – peguei minha bolsa com, por incrível que pareça, um vestido. Ele era simples, preto e a única coisa a mais era o cinto dourado que eu coloquei em volta. Calcei uma sapatilha em tom salmão e sai do banheiro. – Que tal estou? – perguntei dando uma voltinha.

- Incrível. – Pedro disse me olhando de cima abaixo. Eu corei instantaneamente.

- Vamos? – Catarina perguntou.

- Cadê a Summer? – é o nome do meu violão favorito. Ele é preto e nas extremidades é dourado como se eles tivessem brigado e o preto ganhou mas do dourado ainda restava uma brecha de luz quente e brilhante. Por isso se chama Summer.

- Na sala de música.

- Vou lá pegar. – me direcionei e assim que entrei encontrei Felipe sentado em frente ao piano dedilhando as pontas dos dedos. – Com licença, só vou pegar a Summer e já vou. – disse envergonhada. Deixe-me dizer que o Felipe é um cara muito legal, e bonito também. Um dos meus colegas na escola. Nós até saímos juntos, mas não rolou.

- Ah, oi Mich. – se virou pra mim com um sorriso brincando entre os lábios.

- E então, vai cantar o que?

- Pensei em tocar apenas. Uma canção que pelo que eu bem me lembre tem o significado de Paz e Ódio, do Mozart. Mas acho que ninguém aqui iria gostar. – deu um sorriso tristonho. Ele é bem ligado em música clássica.

- Eu iria. – me sentei ao seu lado.

- Obrigado. E você? Vai cantar o que?

- Eu vou cantar uma música em japonês. – eu o vi arregalar os olhos.

- Japonês?

- É... Eu sou meio que vidrada em animes e mangás, então aprendi alguma coisa.

- Com certeza vai se sair bem.

- Eu sei que você gosta de cantar raps. Por que não canta um?

- Como sabe? – perguntou assustado.

- Sei muitas coisas. – ri.

- Se meus pais souberem que eu escuto alguma coisa além de musica clássica me matam. – falou cabisbaixo.

- Eles não podem deixar de amar o filho por ele não gostar de música clássica. É muito melhor você fazer o que gosta do que ter que se sentir o tempo inteiro obrigado a fazer algo que não quer. Pensa bem. – beijei sua bochecha e sai levando Summer.

- Por que demorou? – Catarina perguntou.

- Estava conversando com o Felipe. Vamos? Eu sou uma das primeiras não é?

- Sim! Nossa tinha até esquecido. Vamos correr. – me pegaram pela mão e correndo enquanto eu só ria.

. . .

- E agora, Michea Kings! - A voz da diretora soou no auditório e todos aplaudiram.

- Olá pessoal. – me sentei no banquinho reservado a mim e ajeitei o pedestal do microfone para que pudessem me ouvir. – Bem, eu vou cantar uma música chamada Myself, ela é em japonês, mas ela fala de uma garota que sofre por um amor distante. Não sei se vão entender alguma coisa, mas é com todo o sentimento que eu vou canta-la.

Comecei a dedilhar os dedos no violão com certa intimidade. Éramos um só. Um ser completamente guiado pela música. Seguindo a estrela dentro do coração para que tudo fosse bem. E tudo sairia bem com certeza.

Ouça aqui

Doushite doushite suki nan darou
Konna ni namida afureteru

Ano koro wa ushinau mono ga oosukite nani mo utaenakatta
Sukoshi hanareta basho soko ga watashi no ibasho datta
Kimi no hitomi no oku ni ano hi samishisa wo mitsuketa
Futari niteru no kana?
Kitsukeba itsu mo tonari ni ite kureta

Doushite konna ni suki nan darou
Kimi no koe kanashii hodo hibiiteru yo
Ima made nani ga sasae datta ka
Tooku hanarete wakatta yo

Nakinagara sagashi tsudzukette maigo no kodomo no you ni
Kedo soko ni wa eien nante aru wake nakute

"dare mo ni shinjinakereba iin da yo" tsubuyaita ne
Futari nitetta no kana?
Ano toki kimi wo mamoru to kimeta no ni

Doushite omoide ni dekinaii darou
Toosugite chikasugite todokanai yo
"wasureyou" tte omoeba omou hodo
Kimi ga ookiku natteku yo

Doushite konna ni suki nan darou
Kimi no koe kanshii hodo hibiiteru yo
Ima made nani ga sasae datta ka
Tooku hanarete wakatta yo

Doushite kimi wo suki ni natte iru darou
Kantan sugite kotae ni naranai


Eu terminei a música esperando simplesmente por nada, ou os aplausos de algumas poucas pessoas mas fui surpreendida por uma horda que me fizerem ficar atordoada e murmurar um gaguejamento de obrigada no microfone, me encurvar agradecendo e sair rápido do palco.

Continua...

Eu sei que esse vídeo é uma merda e tals porém posso fazer nada se é o único que eu achei. Mentira é que eu tive preguiça de procurar.

Eu to impressionada mano 10 comentários! Sério? Eu nunca tive 10 comentários, pera vou chorar...
Mentira. Mentira de novo, vou sim.

Enfim, tem umas gurias ai e tals que já leram no meu blog (e estão proibidas de dar o link ) então sabem que eu geralmente não respondo os comentários, mas quero agradecer por cada um deles e eu li todos ok!

Então tá ai, esse trem ruim. Sério mano eu escrevo muito mal.

Beijos, Mari.

01 abril 2013

Don´t Wake Me Up - Capitulo 9




- O QUE? – gritei e ele tampou minha boca.
- É pra sua segurança – ele disse baixo destampando minha boca devagar.
- Justin não é só eu, tem meus pais.
- Também estou cuidando da segurança deles.
- Justin, você pode cuidar da minha segurança, ou as dos meus pais, mas realmente não precisa de uma escuta.
- Lógico que precisa, aquele Mason vive na sua casa eu tenho que ver o que ele vai fazer lá, se ele fizer algo suspeito eu vou pra lá.
- Exagerado, isso que você é – murmurei voltando a desenhar o “R”.
- Não sou exagerado – ele bufou voltando a se sentar no chão – aquele Mason não é confiável.
- Por quê? – parei de desenhar o “A” e me virei pra ele.
- Coisas, Ana.
- Ei Justin!Vem ajudar aqui – ambos olhamos pro Tyler e Kevin que montavam uma barraca.
- Já volto anjo – ele sussurrou e se levantou indo até os meninos.

***

- Ficaram legais – disse a Boo ao meu lado enquanto encarávamos as barracas que eu tinha pintado os nomes, estavam legais.
- É ficaram legais – parei de encarar as barracas e me virei para as minhas coisas que estavam em cima da mesa,fechei as tintas guardando elas em seus devidos lugares,botei todas na minha enorme mala.
- Vou ali lavar os pinceis e depois nós vamos ok? – disse pra Boo que assentiu, peguei os três pinceis e sai do ginásio e entrei no corredor quase escuro, pois já eram 18h30min é eu passei a tarde toda aqui, as luzes do corredor estavam piscando e as que não estavam eram fracas, essa escola não é feita pra ser freqüentada a noite, andei rápido até o banheiro feminino que ficava em frente à porta do ginásio. A luz branca fraca iluminava quase todo o banheiro a não ser o final dele onde a luz não chegava me virei pra pia e botei meus pinceis dentro dela e liguei a torneira, essa é a segunda pior parte em pintar alguma coisa, a primeira é eu estar toda suja, levantei minha cabeça olhando pra minha regata branca totalmente suja de tinta, eu tirei o casaco do Justin e guardei na minha bolsa pra não sujar. Voltei a lavar os pinceis até escutar um barulho vindo de uma das cabines.
- Olá?Tem alguém ai? – perguntei um pouco alto e esperei alguém responder, nada. Deve ser só a escola ficando velha e rangendo sozinha. Senti alguém me observando olhei pra trás e nada alem do escuro do fundo do banheiro.
- Tem alguém ai? – perguntei e só o barulho a lâmpada de fora do banheiro ecoou,me virei de volta continuando a lavar meus pinceis,senti olhos em cima de mim de novo e levantei minha cabeça – Aaah!Mason que susto – botei a mão no coração virando de frente para o Mason que estava em pé quase atrás de mim – o que você tá fazendo aqui?
- Seus pais me pediram pra te buscar – ele sorriu.
- Ah você pode levar a Boo,eu vou com o Justin – me virei pra pia voltando a limpar os pinceis,odeio mexer com tinta vermelha.
- Mas eles me mandaram te buscar.
- Eu já tinha combinado com o Justin – levantei minha cabeça olhando pra ele através do espelho.
- Não confio naquele Justin.
- Ele é um cara legal.
- Não fui com a cara dele, ele não parece gostar de mim.
- Justin não gosta de muita gente – continuei lavando os pinceis.
- Mas ele gostou de você certo?
- Sim, por que a pergunta? – olhei pra ele através do espelho.
- Nada é que pelo que a Boo me disse ele é meio estranho.
- A Boo não teve a oportunidade de conversar com ele ainda.
- Mas pra mim ele parece estranho mesmo – olhei pra ele através do espelho percebendo ele mais perto de mim, me virei me encostando-se a pia percebendo ele ainda mais perto.
- Ele é legal, só não gosta muito de comunicação – sorri forçado e ele deu outro passo em minha direção, apertei meus lábios olhando pra porta, Justin, por favor, entra aqui, as mãos do Mason pararam ao meu redor encostadas-se a pia.
- Você é bem bonita pra ele, Ana – ele sorriu e eu continuei calada encarando ele, aonde ele quer chegar? – você poderia ir atrás de algo melhor.
- E-eu estou feliz com ele – forcei um sorriso e ele riu.
- Poderia achar alguém melhor se quisesse.
- Não, ela está bem feliz comigo – viramos pra porta onde o Justin entrou e olhou com um sorriso sínico pro Mason – agora se você quiser sair de perto da minha garota.
- Claro – disse o Mason tirando suas mãos da pia.
- Obrigado – disse o Justin se aproximando dele e dando um soco no seu rosto.
- JUSTIN! – gritei assim que o Mason cambaleou para trás com a mão na parte esquerda do rosto, o Justin veio ao meu lado e segurou meu cotovelo.
- Pega os pinceis e vamos embora – ele disse entre dentes encarando o Mason que ainda estava meio tonto, peguei os pinceis com uma mão só e o Justin me puxou pra fora do banheiro.
- Sinceramente não precisava daquilo tudo – murmurei enquanto ele me puxava pelo cotovelo até o ginásio.
- Ana – ele parou de andar ficando parado na minha frente – eu sei o que podia parecer, mas ele não estava ali pra te dar uns beijinhos – ele disse tentando parecer calmo – agora será que podemos ir? – assenti e ele segurou meu cotovelo me puxando pra dentro do ginásio.
- Como me achou?
- Perguntei pra Boo.
- Você demorou.
- Não estava achando a Boo – joguei os pinceis molhados mesmo na mala e fechei.
- Leva essa aqui? – ele pegou a mala e eu puxei minha mochila que estava do lado da mala.
- E eu? – perguntou a Boo parando perto de nós dois.
- Mason tá andando pela escola.
- Você o viu?
- Ele estava perto do banheiro feminino – disse o Justin me interrompendo.
- Vou atrás dele, tchau – ela se aproximou de mim dando um beijo na minha bochecha – se cuida.
- Você também – sussurrei de volta e ela saiu de perto de nós dois.
- Temos que ir – ele sussurrou perto do meu ouvido me trazendo arrepios.
- C-claro – ele se virou e começou a andar em direção a porta, caramba ele é sexy.
- Vamos? – ele parou de andar me olhando.
- Vamos – andei rápido até ele que estava quase saindo do ginásio, no ginásio quatro portas, uma que vai para o corredor, uma que vai para outro corredor, a outra pra os vestiários e essa que acabamos de sair que sai no estacionamento da escola.
- Moto? – perguntei parando de andar e olhando ele subindo na Ducati preta.
- Sim, algum problema?
- Sim, se eu chegar a casa de moto meus pais nunca mais deixam você se aproximar de mim – ele me encarou por alguns segundos.
- Pra que esse exagero é só uma moto?
- Não sei se quanto tempo você não freqüenta a cidade, mas os únicos acidentes que tem aqui são de motos – ele bufou.
- Vem, vamos passar na minha casa e trocar a moto pelo carro.
- Será que sua mãe tá lá? – perguntei me aproximando da moto e ele riu.
- Não essa casa – olhei confusa pra ele – vai sobe.
- Calma vou por o casaco, eu estou com frio – apoiei minha mochila na moto e tirei o casaco dele, vesti fechei a mochila e botei nas minhas costas.
- Aqui – ele me entregou o capacete que estava pendurado na moto ao lado da minha mala.
- Valeu – subi com um pouco de dificuldade na moto e passei minhas mãos na cintura dele, ele acelerou me fazendo apertar mais ainda a cintura dele, nunca tinha andado de moto na minha vida.Passávamos entre os carros em uma velocidade que me dava frio na barriga até enfim pararmos num tipo de armazém meio afastado da cidade.
- Essa é sua casa – perguntei assim que desci da moto.
- Não é bem uma casa, mas serve pra mim – ele desceu da moto pegando só minha mala e entrando no armazém.
- Wow! – e isso foi à única coisa que conseguiu sair da minha boca quando eu vi aquele armazém enorme com um enorme Audi R8 preto, uma Ferrari branca, um Audi SUV prata, outra Ducati vermelha com preto– você tem muita coisa aqui – falei olhando pra ele que tinha terminado de estacionar a Ducati que nós viemos.
- É...
- Como conseguiu isso tudo? – perguntei e ele andou pra perto de mim.
- Eu jogo muito – ele sorriu e andou até uma escada que dava provavelmente pra seu quarto, cinco minutos depois ele desceu as escadas vestindo um casaco de couro preto e uma camiseta gola v preto por dentro, sua calça era uma preta caída e um supra preto, ele parou perto de mim e esticou a mão para trás de mim puxando um boné preto com um B enorme branco.
- Literalmente preto.
- Eu gosto de preto.
- Eu sei – sorri e ele se aproximou de mim colando nossos lábios, uma de suas mãos passou para dentro do casaco apertando minha cintura e colando nossos corpos, separei levemente meus lábios dando espaço para ele invadir a minha boca, sua outra mão passou por um cabelo que estava solto o botando atrás da minha orelha, o beijo tomou velocidade e assim ele me empurrou contra a cômoda que tinha atrás de mim se apertando contra mim, seus lábios eram uma droga que infelizmente eu já estou viciada.
- Acho melhor nós irmos – ele sussurrou ofegante assim que separamos nossos lábios, abri meus olhos lentamente olhando pra ele que estava com a boca vermelha.
- Eu também – sussurrei e ele colou nossos lábios rapidamente invadindo minha boca antes mesmo de eu permitir, ele apertou minha cintura com as duas mãos me puxando mais pra ele.
- Vamos – ele se separou violentamente de mim andando até os carros, espera que eu estou um pouco atordoada ainda – qual carro? – pisquei duas vezes e encarei os carros.
- R8 – ele sorriu malicioso e pegou minha mala que estava jogada no chão.
- Vamos bebê? – apertei meus lábios que com certeza estavam vermelhos e andei até o R8 e deslizei no banco do passageiro, ele riu e deslizou no banco do motorista jogando minha mala no banco de trás tirei a mochila das minhas costas e joguei em cima da mala, ele apertou um botão em um controle que tinha em sua mão e a porta do armazém abriu, ele acelerou saindo de dentro do armazém e apertando o mesmo botão antes de acelerar pela estrada.
Ele diminuiu a velocidade quando estávamos a um quarteirão da minha casa me fazendo rir.
- Anjo na frente dos meus pais não é? – disse e ele riu.
- Mas eu sou um anjo – ri e ele parou em frente a minha casa – será que eles sabem que dá pra ver eles na cortina? – virei minha cabeça vendo só a sombra dos meus pais na janela.
- Com certeza não – eu ri – valeu por me trazer.
- Nada mais que minha obrigação – ele sorriu.
- Tchau – murmurei – me liga depois sabe – ele sorriu e se aproximou colando nossos lábios rapidamente.
- É melhor você entrar – olhei pra porta que já estava meio aberta.
- Também acho – peguei minhas coisas e desci do carro, me abaixei ficando a altura da janela – ah e eu vou achar a escuta e desligar ela.
- Não faça isso – ele me repreendeu.
- Tá Bieber – murmurei e ele soltou um riso pelo nariz – ah e você vem hoje à noite? – perguntei meio receosa e ele riu.
- Hoje não anjo, tenho umas coisas pra fazer, se der tempo eu venho.
- Ok!Boa noite Justin.
- Boa noite Ana – me afastei do carro e ele acelerou sumindo na esquina, apertei meu casaco devido ao frio e entrei em casa.
- Boa noite – murmurei para os meus pais sentados no sofá da sala.
- Boa noite – disseram juntos.
- Com quem você estava? – perguntou meu pai assim que eu pisei no primeiro degrau da escada.
- Com o Justin.
- Aquele não é o carro que ele veio ontem.
- Ele tem vários – sorri.
- Oh.
- Eu queria ficar aqui e conversar com vocês, mas eu estou cansada.
- Sem problemas, Ana.
- Boa noite – acenei pra eles antes de subir as escadas,quando chega perto da feira eu sempre fico cansada,eles sempre me mandar pintar varias coisas, a mais cansativa é pintar as enormes faixas sobre a feira e espalhar pela cidade e fazer os panfletos. Joguei minha mochila e minha mala perto do armário, tirei o casaco do Justin jogando em cima da cama e me dirigi para o banheiro, tomar banho depois de um dia cansativo é a melhor coisa. Liguei a torneira deixando a banheira branca encher e me encostei-me à parede encarando a água da banheira aumentar, a historia do Justin ainda me deixa curiosa, eu ainda não entendo ele ter uma foto nossa no quarto dele do sonho, será que ele tem aquela foto no quarto daqui?Se ele gosta tanto da foto pra por ela no sonho, ele deve ter - lá não é?Pode ser que se eu trouxer a foto e mostrar para a minha mãe ela se lembre dele certo?Não custa nada tentar, vou ir à casa do Justin outra vez e pegar a foto, eu acho que eu me lembro do caminho, hoje?Provavelmente ele estaria lá, mas ele disse que tinha coisas pra resolver não foi?Eu poderia muito bem ir lá tirar uma foto da foto e mostrar para a minha mãe, ele não iria perceber certo?


15 comentários?

Hey!Eae leitoras fantasmas?Bora aparecer,eu prometo que eu não mordo :) não tem aquele mesmo negocio de muita visualização e pouco comentário?Pois é tá acontecendo de novo =/ isso é chato pra caramba sabe?Porque assim,eu olho lá tudo bem 11 comentarios ai eu vou vendo todo dia e tipo nao aumenta,mas as visualizações tão lá em cima,tipo no cap passado teve quase 300 visualizações e 11 comentarios,eu tenho certeza que eu nao tenho só 11 leitoras!Caramba gente nós chegamos a 120 seguidores ontem(OBRIGADO,AMO VOCÊS)E tipo os comentarios continuam os mesmos :( isso que me faz as vezes querer de desistir disso,mas eu só não paro porque tem gente que ainda comenta/fala comigo no tt e tals!Se você ja veio aqui e leu o que custa comentar?EU TIREI O NEGOCIO LÁ DE "VOCÊ É UM ROBO?" não precis mais por as letras e tals vc só escreve o comentario e publica o que tem de dificil nisso?

Tá bom.
Esquece
Mudando de assunto porque eu nao quero me estressar:

Gostaram do novo design?Eu amei *o* tá muito lindo cara,não fui eu que fiz(claro) lá em baixo tem os creditos e o site do blog da mina que fez o layout :D ta mt lindo eu fiquei ate tres horas da manha no pc pra mudar isso :) fui zumbizando pra escola!O proximo cap vai tá muito legal cara :) eu fiz umas adrenalinas da vida e ta legal,eu to com o documento word aberto aqui,vou fazer mais um pouco mais tarde pq eu to inspirada nessa fic :) gente me digam se estão gostando da fic pq eu posso parar de postar caso você nao estejam gostando ok?Então FELIZ PASCOA atrasada porque eu esqueci '-' então bye desculpa depois eu respondo os coments oks?Ah e vcs gostaram da Mari?Eu gosto da Mari,ela é feia e chata,mas é legal :D Bye!OBRIGADO PRA QUEM COMENTOU AMO VOCÊS MINHAS CARAS DE BOSTA!BY: @Proudbelieb me ajudem a divulgar a fic?